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16/04/2012

Recém-nascidos - quais são os cuidados necessários no hospital?

Depois de meses de pré-natal e de muita preparação e ansiedade, finalmente o tão esperado bebê vem ao mundo. E agora? Quais cuidados mãe e bebê podem esperar da equipe médica do hospital? O Dr. Luiz Fernando Leite, ginecologista e obstetra do Santa Joana, explica quais são os cuidados que devem ser tomados na maternidade, depois que o bebê vem ao mundo:

Para tranquilizar os pais, antes mesmo de o bebê chegar, um pediatra já fica a postos na sala de parto.

Ele dá a primeira assistência e conversa com os responsáveis sobre as condições de nascimento e os exames a serem feitos. "Este profissional também passa em todos os quartos duas vezes por dia para tirar dúvidas e, se necessário, pedir algum outro exame", explica Dr. Luiz Fernando.

No dia da alta, o pediatra também está presente e dá todas as orientações para as mães, sejam elas de primeira viagem ou não. Durante os dois ou três dias de internação, a equipe de berçário dá dicas de como amamentar, reforça os cuidados com o umbigo do bebê e fala das vacinas. Se o bebê nasce prematuro e vai para a UTI o procedimento é o mesmo. "Neste caso, a paciente conta com ajuda psicológica e o serviço mãe canguru, que é quando a mãe tem acesso à UTI para ter um contato físico com o bebê", explica o médico.

Há também serviços rotineiros, como troca de fralda e banho individualizado e demonstrativo. É comum que alguns pais até filmem os procedimentos para não perder nenhuma regra básica. As mães recebem ainda uma cartilha de amamentação com informações de como proceder com o mamilo e o uso adequado do sutiã. Quanto aos pontos da cesárea, eles podem ser retirados em sete ou 15 dias e alguns médicos usam pontos que são absorvidos pela pele.

Nos primeiros dias de mamada a mãe aprende como fazer o bebê abocanhar aréola e o mamilo (pega da mama). Manter a hidratação também facilita a produção de leite. A mãe deve estar tranquila e não ficar conversando ou assistindo à TV durante o processo. "É ainda comum que nessa hora os familiares sejam retirados do quarto, para que a mãe converse baixinho somente com o bebê e possa passar para ele muito amor e carinho. É um momento ímpar da paciente com o bebê. Quanto mais tranquila a mãe estiver, maior será a produção de leite", garante Dr. Luiz Fernando.

No Hospital e Maternidade Santa Joana, a intensidade da dor da paciente é medida por meio de uma escala que vai de 0 a 10. Assim que a mãe sai da sala de parto e é direcionada para a sala de recuperação, médicos e enfermeiros iniciam a avaliação. "Geralmente o médico que acompanhou o pré-natal faz o parto, e independente de ele ser da nossa rede ou não, por segurança, a prescrição de remédios dele é seguida à risca. Caso a mãe se queixe de dor, a equipe médica entra em contato com o médico para avisar e saber como proceder", conta o ginecologista e obstetra.

Para controlar infecções, em todos os apartamentos e corredores há recipientes com álcool em gel. Já está comprovado que esta substância é mais eficiente que água e sabão. "Todas as enfermeiras fazem este procedimento não só por ser uma norma de segurança, mas também como forma de mostrar para a família a importância de se manter a higienização. E se a mãe quiser, o bebê pode ficar no berçário, onde os familiares podem vê-lo pelo vidro", diz Dr. Luiz Fernando.

Outra orientação é que o bebê não seja passado de colo em colo. As pessoas podem estar gripadas ou com roupas perfumadas, aumentando os riscos de uma sensação de rinite no bebê. "Também não deixamos flores dentro do quarto, para que o bebê não inale o pólen", lembra o especialista. Outra dica diz respeito à temperatura do quarto. É importante que a mãe tenha sempre uma mantinha extra, dependendo da temperatura externa, e quanto mais pessoas estiverem no local, mais frio deve estar o quarto. "À noite sugerimos uma temperatura entre 25 e 26 graus", orienta o médico.

Dentro do Santa Joana, o bebê passa por um exame de tipagem sanguínea e recebe vacina contra hepatite B. O teste do pezinho é feito 48 horas após o nascimento. São dois tipos: o convencional/básico e o avançado, que detecta outras doenças e que pode ser coberto pelo convênio. Há também a triagem auditiva ou teste da orelhinha, feito por um fonoaudiólogo, e o exame de fundo de olho, para detectar possíveis hemorragias e alterações. "Caso o bebê apresente alguma alteração, como sopro cardíaco, também fazemos uma avaliação minuciosa", completa o médico.

Por Juliana Falcão (MBPress)

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